domingo, 21 de setembro de 2008

Não se mede poesia...


-EXCREMENTO.
É isso o que eu penso do Sr. J. Evans Pritchard.
Não estamos ABRINDO VALETAS.
Estamos falando de POESIA.
COMO PODE DESCREVER A POESIA COMO SE FOSSE UM CONCURSO?
[...] Quero que RASGUEM essa página.
Vamos, RASGUEM a página.
Vocês me ouviram.
RASGUEM fora.
RASGUEM! Vamos! RASGUEM!
[...] ADEUS, J. Evans Pritchard, Ph.D.
ESTA É UMA BATALHA. É GUERRA.
OS FERIDOS PODEM SER SEUS CORAÇÕES E ALMAS.
Exércitos de acadêmicos avançando, MEDINDO A POESIA.
NÃO! NÃO aceitaremos isso.
CHEGA de Sr. J. Evans Pritchard.
[...] Não importa o que digam, PALAVRAS E IDÉIAS PODEM MUDARO MUNDO.
[...] NÃO LEMOS NEM ESCREVEMOS POESIA PORQUE É BONITINHO.
LEMOS E ESCREVEMOS POESIA PORQUE SOMOS HUMANOS.
A RAÇA HUMANA ESTA REPLETA DE PAIXÃO.
E medicina, advocacia, administração e engenharia
São objetivos nobres e necessários para manter-se vivo.
Mas a POESIA, BELEZA, ROMANCE, AMOR...
É PARA ISSO QUE VIVEMOS.”

[fala do Sr. John Keating (protagonizado por Robin Williams),
professor de literatura da Academia Welton,
diante do prefácio “Entendendo poesia”,
do Dr. J. Evans Pritchard, Ph.D.,
no filme “Sociedade dos Poetas Mortos”,
de Tom Schulman, dirigido por Peter Weir]

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