domingo, 29 de junho de 2008

Vou, sou, nao sei bem...



Cada peso da palavra me magoa.Rompe-me os silêncios por entre as memórias e as viagens.Tudo é rouquidão, cansaço, inquietação que atordoa os secretos trilhos de todas as passagens
Vou, sou, não sei bem.
Caio, grito, talvez demais.Choro, sonho, tudo tem os pedaços de terra por onde vais.
Tudo é fogo, ardente caminhar.
Vertigem, retalhos, suor em sargaço.Que de tanto eu ser rio e ser mar, morro, renasço em tudo o que faço.

Lindo. (Pedro Branco 6/27/2008 )

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